Reflexão para os passageiros da vida

Somos verdadeiros passageiros nessa viagem chamada vida, mas o que realmente importa de verdade nessa viagem? 

Na viagem da vida importa com quem vamos viajar, se puder escolher melhor, mas se não, busque sempre viver bem com os passageiros.

O amor será fundamental nessa viagem, pois é ele que suavizara os relacionamentos entre os passageiros.

A felicidade são pequenas paradas que acontecerão durante a viagem, por isso, aproveite muito.

A tristeza, sim, ela estará sempre presente durante a viagem, mas não durará a viagem toda, pois a alegria se incumbirá de preencher as lacunas deixadas pela tristeza. 

A sorte e o azar ficarão muito próximos nessa viagem e caberá a cada passageiro discerni-los.

As doenças e as curas serão os milagres dessa viagem, pois tanto uma como outra serão as formas de unir a individualidade de cada passageiro com a individualidade do outro. 

Alguns passageiros não terminarão a viagem, pois enfrentarão outra viagem mais longa e sem destino prévio, sim, a morte. E teremos que seguir viagem, pois a vida-viagem não para. 

Não faremos essa viagem sozinhos, teremos necessidade uns dos outros. Então, mantenha o máximo de amizades possíveis durante a viagem, lembre-se, os passageiros são diferentes, porém todos estão na mesma viagem. 

A viagem e os passageiros serão medidos pelo dono da viagem, sim o nome dele é tempo. O Sr. Tempo que julgará as ações de cada passageiro durante a viagem. Não teremos escolha, pois o Sr. Tempo é implacável. 

A consciência de cada passageiro será, durante a viagem, aprimorada e desenvolvida a ponto de cada um tomar suas próprias decisões, porém sempre sabendo que as consequências serão também individualizadas. 

Passageiros! Um alerta, se você me lê, então você já está nessa viagem! Então, boa viagem ou veja as perguntas...

Uma reflexão sobre o perfeccionismo e o uso das essências florais

Quais são os desejos de escolha que gostaria de ter entre verdade e sabedoria? 

O que são realmente “verdade e sabedoria”? Se me desenvolvi nessas duas coisas que citei na pergunta, sou uma pessoa que sei quem eu sou ou posso não ser quem eu mesmo digo que sou de “verdade e sabedoria”. 

Para saber quem sou posso pensar em: sou bem humorado, gosto de trabalhar no emprego que trabalho, gosto de música, filmes, livros, revistas... quem eu “amo” é como escrevi agora?!

Às vezes, podemos acreditar que gostamos mesmo é da boa aparência de mim mesmo ou de outras pessoas, gosto de sociabilidade, elegância, boa renda, ter filhos ou animais, conhecer política, religião, não beber ou beber... Alegrias, quem sabe? Quando penso assim, avalio eu mesmo ou outras pessoas? 

Às vezes o interessante é saber sobre a idade das outras pessoas e como elas funcionam em maturidade, pois é muito interessante para pensar, não é? 

Às vezes, perceber Deus e Suas ações, e as ações espirituais dos outros e também de si mesmo. O que acha?!

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